09 julho 2011
Concerto ao Ar Livre no Museu do Côa
No âmbito do programa Verão 2011 “Douro Intemporal: entre o Côa, o Douro e o Águeda”, o Parque Arqueológico e Museu do Côa, em colaboração com o Parque Natural do Douro Internacional e várias associações e municípios, levarão a cabo acções ligadas à Natureza, Arqueologia, História, Música, entre outras.
O concerto da Orquestra do Norte, resultante de uma colaboração entre o Município de Vila Nova de Foz Côa e o Parque Arqueológico e Museu do Côa iniciará este ciclo de actividades.
Fonte: Arte Côa
08 julho 2011
A Cultura e o Desenvolvimento Regional - O Papel do Património Arqueológico nos Projetos de Desenvolvimento - Os Museus e o Turismo nas Políticas Públicas
II Colóquio Internacional
Património, Turismo e Desenvolvimento
Património, Turismo e Desenvolvimento
A Cultura e o Desenvolvimento Regional
O Papel do Património Arqueológico nos Projetos de Desenvolvimento
Os Museus e o Turismo nas Políticas Públicas
O Papel do Património Arqueológico nos Projetos de Desenvolvimento
Os Museus e o Turismo nas Políticas Públicas
Enquadramento
O II Colóquio Internacional sobre Património e Desenvolvimento identifica a necessidade de, no contexto atual, fomentar e alargar debates abertos ao público, com a intervenção de formadores, investigadores, profissionais da administração de bens culturais, empresas de gestão e agentes políticos, reconhecendo o património cultural como uma área vital para o desenvolvimento local e regional.
Num momento de crise económica é imprescindível um relançamento, a nível nacional, das questões relativas ao património cultural, tendo em conta a sua relevância na promoção de atividades económicas.
A grande atualidade social, económica e científica destas temáticas justifica que o Instituto Piaget, como instituição de investigação e ensino, e os organismos públicos a que se associou, levem este espaço de reflexão e debate para junto das comunidades interessadas e envolvidas nestes temas.
Num momento de crise económica é imprescindível um relançamento, a nível nacional, das questões relativas ao património cultural, tendo em conta a sua relevância na promoção de atividades económicas.
A grande atualidade social, económica e científica destas temáticas justifica que o Instituto Piaget, como instituição de investigação e ensino, e os organismos públicos a que se associou, levem este espaço de reflexão e debate para junto das comunidades interessadas e envolvidas nestes temas.
Eixos temáticos:
A Cultura e o Desenvolvimento Regional
O Papel do Património Arqueológico nos Projetos de Desenvolvimento
Os Museus e o Turismo nas Políticas Públicas
Comissão organizadora
Ana Barbero, Professora do Instituto Piaget de Viseu
Carlos Martins, Diretor do ISEIT— Instituto Universitário de Viseu, Instituto Piaget
Jorge Maximino, Coordenador Científico do Colóquio
Raúl Sardinha, Coordenador Executivo do CIIERT
Coordenação científica
António Nabais, Associação Portuguesa de Museologia
Brigitte Dumortier, Université Paris-Sorbonne
Cláudio Torres, Arqueólogo, Diretor Campo Arqueológico de Mértola
Jorge Maximino, Coordenador Científico do Colóquio
Raúl Sardinha, Coordenador Executivo do CIIERT
Comissão de Honra
Armando Carneiro, Presidente da Câmara Municipal de Mêda
Françoise Cruz, Presidente do Campus Universitário de Viseu do Instituto Piaget
Gustavo Duarte, Presidente da Câmara Municipal de V.N. de Foz Côa
Luís Manuel Cardoso, Presidente do Conselho Diretivo do Instituto Piaget
Informações
Natércia Amaral: namaral@lisboa.ipiaget.org
Ana Paula Simões: asimoes@viseu.ipiaget.org
Inscrição
Estudantes: 20€
Outros: 50€
Data limite de inscrição
15 de julho 2011
A ficha de inscrição e programa encontram-se aqui.
Fonte: Câmara Municipal de Vila Nova de Foz Côa
07 julho 2011
Rota dos Miradouros do Concelho de Foz-Côa
" Nunca esta palavra terá sido tão bem usada como para falar de alguns lugares que se encontram na área do Concelho de Foz Côa, bem no coração da região do Alto-Douro" (...) "Dos inúmeros Miradouros do concelho, de onde a vista se espraia e se perde na bruma e nos confins da serrania, que a natureza ergueu mas o homem elegeu e aí instalou espaços de oração e de lazer, completam quadros de extasiante bucolismo.
Retiros de silêncio, paz, meditação, mas também de saudável convívio, os Miradouros do Concelho de Vila Nova de Foz Côa, no alto, fazem-nos estar entre o céu e a terra, prescrutar o labor das suas gentes no amanho dos campos, divisar as suas aldeias batidas pelo sol e, beleza sublime, observar as deambulações dos seus rios entre os dorsos corcovados dos gigantes que as mãos dos seus homens domaram."
Os Miradouros de Foz Côa dispõem de bons acessos até aos locais, permitindo a quem nos visita, o percurso desta Rota constiuída por seis esplendorosos lugares.
Miradouros do Concelho de Foz Côa:
- Miradouro de Nª Senhora do Viso - Custóias
- Miradouro de Sta. Bárbara - Mós
- Miradouro de S. Martinho - Seixas
- Miradouro de S. Gabriel - Castelo Melhor
- Miradouro da Mata dos Carrascos - Santo Amaro
- Miradouro do Arnozelo - Numão
Nª Senhora do Viso - Custóias
Daqui é possível vislumbrar uma imensa área, onde se inclui o Douro, o Castelo de Numão, o miradouro de S. Martinho de Seixas e a capela de S. Salvador do Mundo de S. João da Pesqueira, a localidade de Lousa já no concelho de Moncorvo, e toda uma paisagem vitivinícola envolvente.
Sta. Bárbara - Mós
Daqui podemos ver o Rio Douro assim como os barcos turísticos que o percorrem.
Deste Miradouro, podemos ainda vislumbrar os de N.ª Sr.ª do Viso e de S. Martinho, assim como localidades do concelho de Moncorvo e ainda, o Monte Meão contornado pelo Rio.
A vista sobre a região, engloba vinhas, olivais e amendoeiras, conferindo-lhe uma rara beleza principalmente na época da amendoeira em flor.
Deste Miradouro, podemos ainda vislumbrar os de N.ª Sr.ª do Viso e de S. Martinho, assim como localidades do concelho de Moncorvo e ainda, o Monte Meão contornado pelo Rio.
A vista sobre a região, engloba vinhas, olivais e amendoeiras, conferindo-lhe uma rara beleza principalmente na época da amendoeira em flor.
Arnozelo - Numão
S. Martinho - Seixas
05 julho 2011
O Comboio do Douro

O Comboio do Douro
Há um comboio que, da invicta cidade
Sai sempre na procura de um tesouro
Sai sempre na procura de um tesouro
E que anda com prazer e com vaidade
Quando encosta a sua linha ao Rio Douro
Depois de passar em Rio Tinto
Ermesinde, Valongo e Recarei
Atravessa o Vale do Sousa por instinto
E quando chega ao Marco já é rei
Foi linda a viagem até aqui
Toda esta região é um miradouro
Mas na Pala, o comboio até sorri
Quando avista finalmente o Rio Douro
Saúda a linda ponte de Resende
Continua a sua marcha sem dar trégua
E, sentindo-se feliz, ele pretende
Namorar o seu Douro até à Régua
Encontra em Bagúste uma barragem
Que lhe dá ainda maior satisfação
Pois a linha quase encosta à sua margem
Na sua caminhada até ao Pinhão
A marcha para o Tua é bem ligeira
Por entre socalcos de vinhedos
E ao ver a barragem da Valeira
Sente o Douro cantar entre fraguedos
Já pela outra margem deslizando
O comboio vê o Vesúvio vinhateiro
E em Freixo-Mós do Douro vai tocando
Feliz por ter Foz Côa companheiro
Quando já se aproxima do Pocinho
Que é o fim das linhas suprimidas
O comboio e o Douro de mansinho
Resolvem jogar às escondidas
O comboio esconde-se no chão
E o Douro afasta-se da linha
Mas depois de circundar Monte Meão
Vem de novo namorá-lo à noitinha
O comboio diz que está muito contente
A sua felicidade já está salva
Mas se ainda houvesse linha mais à frente
Mataria as saudades que ele sente
De quando ia até à Barca D’Alva

Fernando Marçal/2001
04 julho 2011
"FOZCÔA FRIENDS" - No coração da cidade do Porto para reclamar REABERTURA DA LINHA POCINHO BARCA D’ALVA
Era já quase meio-dia, quando o coração do Porto, que, ao longo da manhã parecia aprisionado por um certo torpor húmido e cinzento, a lembrar mais o Outono que o Verão, recebia finalmente uma lufada de alegria e de irreverência, pelas quase duas centenas de pessoas mobilizadas pela Associação “Foz Côa Friends", que ali foram reclamar a reabertura do troço Pocinho Barca D’Alva.
Depois de, há coisa de dois meses, haverem partido do Pocinho à foz do Côa (palmilhando os 8 km dos cerca de 28, que se encontram completamente destroçados e inactivos desde há 24 anos), como forma de chamarem atenção de protocolos e meras promessas dos governantes, que até hoje não foram além de palavras, sim, não resignados a que tão importante ligação, com Espanha, continue inactiva e adiada, intensificaram a sua luta: foram mesmo ao centro da cidade mais populosa do Norte. Meteram-se no comboio até ao Porto! - «Se a montanha não vai a Maomé, vai Maomé à montanha».
Ante os olhares surpresos de quem passava, lá foram desfilando, pela avenida mais emblemática da invicta cidade, tranquilamente mas determinados e firmes, os inconformados lutadores "Fozcôa Friends", pugnando pelo seu concelho e a sua região. – Fazendo ouvir a sua voz através dos cantares do povo, de forma visível mas ordeira. Em vez da confusão e do ruído que caracterizam as habituais manifestações, marcaram o seu protesto de maneira bem diferente, passando a sua mensagem, através de megafone em punho, distribuindo panfletos e ostentando cartazes: nunca se excederam senão na espontaneidade de um salutar espírito de convivência, reclamando e fazendo valer as suas razões de forma pacífica: - simpática e alegre, entremeada de danças e cantares, pelo Rancho Folclórico de Vila Nova de Foz Côa - Mas, plenos de entusiasmo e convicção, de quem está consciente de que as suas reivindicações são perfeitamente justas - Sem dúvida, que os seus promotores estão de parabéns, pois lograram que, desta vez, o eco das suas mais que imperiosas reclamações, encontrassem o destaque e a ressonância, desejadas, junto das televisões, rádios e jornais. E os apelos não caíssem no vazio - Lembrando que a linha “ É indispensável para o desenvolvimento estrutural, económico, turístico e cultural da região do Douro e designadamente do Norte das terras do Riba Côa”
FOI PRECISO ACORDAR CEDINHO – A VIAGEM É MARAVILHOSA MAS LENTA – ANTES ASSIM QUE NÃO EXISTINDO A ANTIGA LINHA: PERMITE O TRANSPORTE E AO MENOS DÁ PARA CONTEMPLAR AS BELEZAS ÍMPARES DO RIO E DAS SUAS MARGENS – O QUE JÁ NÃO ACONTECE DO POCINHO A BARCA D’ALVA - SENÃO ATRAVÉS DA VIA FLUVIAL
De facto, a viagem começaria, bem cedo, na Estação do Pocinho, pelo aguerrido grupo de manifestantes, que tomou o comboio, com destino a Campanhã, e, dali, até São Bento, onde, rapidamente, se expandiu e engrossou, em termos de propósitos e de participantes, ao mesmo tempo que logo foi assumindo carácter de reencontro e de convívio, com aqueles que os esperavam ou dos que ali se iam juntar, vindos de vários pontos do país.
E tal a era a empatia que rapidamente se apoderou e estabeleceu, entre palavras amigas e os muitos abraços, que, não tardou a que, a par de uma jornada de luta e de protesto, se transformasse também num belo e agradável reencontro de amizade e de convivo – E, muito embora tendo exigido alguns sacrifícios - gastos com a viagem e esforço físico - em prol de uma boa causa, só vimos alegria, uma saudável confraternização e muitos sorrisos! - Todos irmanados pelos mesmos propósitos e objectivos positivos. Mesmo que, para apanhar o comboio, tivesse sido necessário roubar algumas horas ao sono. No entanto, pelos que vimos, a boa disposição era geral e todos se sentiam confiantes de que vale a pela lutar por causas nobres. - A Lusa deu a noticia, que foi muito divulgada Manifestação no Porto para exigir reabertura da linha Pocinho ..
Por: Jorge Trabulo Marques
TEMPLOS DO SOL - CHÃS - FOZ CÔA -TEMPLES OF THE SUN IN PORTUGAL
Por: Jorge Trabulo Marques
TEMPLOS DO SOL - CHÃS - FOZ CÔA -TEMPLES OF THE SUN IN PORTUGAL





















































