Retrato de Paulo Patoleia da autoria de Carlos Pedro
Fonte: http://olhares.sapo.pt/paulo-patoleia-foto1254410.html
Paulo Augusto Patoleia, nasceu na Açoreira em
1959, reside em Torre de Moncorvo, onde estudou e fez curso geral de
Administração e Comércio. Rumou ao estrangeiro em 1982.Viveu em França, Suíça e
Alemanha onde esteve ligado à pintura e escultura. Voltou a Portugal em 1987 e
criou em Felgar um atelier para artistas plásticos, promovendo com regularidade
intercâmbios culturais, com artistas nacionais e estrangeiros, nomeadamente com
a cidade de Mainz-Alemanha onde passaram nomes como Betina Dosch , Inca Stole,
António Ferro, que veio a ser Diretor do Coliseu do porto e uma figura
incontornável da Jazz em Portugal, entre outros. Dedicou-se à fotografia a
partir de 2004 na categoria Retratos que culminou na exposição “Rostos
Transmontanos”, nas galerias do Cine-Teatro de Torre de Moncorvo em Fevereiro
2009, no Museu da República e Resistência em Lisboa em Setembro de 2010, no
Festival de arte vanguarda de Morille- Salamanca em julho de 2011, no Centro
Cultural de Macedo de cavaleiros em Setembro de 2011 e na Biblioteca Municipal
de Carrazeda de Ansiães no mês de Novembro de 2011.
Fotos: Paulo Patoleia
A exposição: 1 a 31 de Maio/2012 Local: Galeria de Arte do Centro Cultural de Vila Nova de Foz Côa Organização: Fozcôactiva, E.E.M
Missão Douro pede Linha do Douro até Barca de Alva
"O chefe de Estrutura
de Missão Douro (EMD), Ricardo Magalhães, defende que a reactivação do troço da
Linha do Douro entre o Pocinho e a Barca de Alva e o consequente prolongamento
para Espanha não pode ficar no esquecimento. Para o responsável trata-se de uma
iniciativa de interesse regional e um projecto que não pode ser “arquivado” e
muito menos “enterrado”.
“Admitimos que faz sentido reprogramar o projecto e
reprogramar os investimentos públicos à luz da conjuntura económica que o país
atravessa. Este projecto de recuperação do troço da Linha do Douro continua a
ser vital para a promoção do interior”, acrescentou o chefe da EMD.
A iniciativa já assumida pelo Governo espanhol envolve as
autarquias da região, a administração regional desconcentrada e os promotores
turísticos e produtores vitivinícolas.
António Martinho, da Turismo do Douro, disse à Lusa que a
reabertura da linha até Barca de Alva poderia ser uma mais-valia para a
promoção do Museu do Côa. “Com a criação de um apeadeiro no troço da linha, as
pessoas poderiam depois ser transportadas para o Museu do Côa através de um funicular,
teleférico ou de um sistema rolante, já que a distância não é muita,” defendeu
o responsável. Esta posição ganha novo fôlego, numa altura em que em ambos os
lados da fronteira florescem os movimentos cívicos cujo objectivo central é a
reactivação da linha férrea."
O Pelourinho de Foz-Côa é um pelourinho manuelino, do século XVI, composto por um fuste quadrangular com anel. O Capitel é ornamentado com cordões e vieiras, suportando quatro pináculos com escudetes que envolvem um motivo central, rematado pela esfera armilar e uma flor-de-lis.