11 fevereiro 2013
Câmara Municipal adere ao projeto "A Minha Rua"
“A Minha Rua” é um projeto de participação cívica, disponível a partir do Portal do Cidadão, que permite o envolvimento ativo dos munícipes na gestão da sua rua ou bairro, comunicando diretamente à Câmara Municipal as mais variadas situações relativas a espaços públicos (desde iluminação, ruas, jardins, recolha de lixo, sinalização de trânsito, veículos abandonados, etc.), podendo também sugerir eventuais melhorias. Esta plataforma interativa possibilita, ainda, consultar a evolução do processo.
Para reportar a sua situação, bastará clicar no banner “A Minha Rua” e será conduzido diretamente para uma página do Portal do Cidadão onde deverá preencher o formulário eletrónico disponibilizado, de acordo com as instruções aí fornecidas.
Fonte: CMFC
09 fevereiro 2013
Calçada de Alpajares - Lenda e História
Calçada de Alpejares ou calçada do diabo.
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| Foto: Aníbal Gonçalves |
Na calçada de Alpajares pode-se fazer um passeio pedestre, com 8km, que nos leva a um dos locais mais fantásticos do Douro Internacional. Um caminho construído do nada, onde as pedras e estruturas rochosas aparecem como se a mão humana as tivesse feito. No caminho sinuoso encontram-se alguns pombais e sepulturas antropomórficas cavadas no xisto preto.
Lenda da Calçada de Alpajares ou Calçada do Diabo
Diz a lenda que "em tempos antigos era tudo por estes sítios barrancos e precipícios medonhos, um cavaleiro vindo dos lados de Barca d'Alva em noite de tempestade, chegou à margem da Ribeira do Mosteiro que ia de mar a monte. Dada a necessidade impiedosa de atravessar o bravo curso de água, pois tinha a sua amada à espera, suspirou aflito: Valha-me Deus ou o Diabo. Foi Satanás que apareceu ao chamamento e disse: Se me deres a tua alma, antes que o galo preto cante, te darei uma ponte e uma estrada para que possas seguir a tua cavalgada sem perigo. O Cavaleiro aceitou e o infernal pedreiro e seus acólitos atarefaram-se na arrojada construção de uma calçada entre os fraguedos, distribuindo 18 elegantes lancetes em gogos da ribeira, ao som de estridentes cantares de Bruxas que no terreiro se reuniram para festejar a conquista de mais uma alma. Eis que canta o galo três vezes quando apenas faltava colocar as duas últimas pedras da ponte. O cavaleiro liberto do seu compromisso prosseguiu a sua viagem e o Diabo enraivecido, desapareceu com os seus acólitos através de uma bocarra que se abriu entre os penhascos".
Lendas à parte, a realidade histórica da referida calçada é bem diferente, afinal não passa de uma calçada romana, mais uma entre muitas, esta com a particularidade de ao longo dos tempos, e ainda hoje, ter despertado o imaginário colectivo das populações locais. Afinal, coisas do diabo sempre houveram, até calçadas....
Segundo o IPPAR «foi classificada em 1977 como "Imóvel de Interesse Público", a "Calçada de Alpajares", ou "Calçada dos Mouros", como será mais conhecida localmente, integrava a via romana de carácter secundário que atravessava o rio Douro (nas imediações da localidade de Barca de Alva) e a ribeira do Mosteiro, até chegar ao planalto mirandês. Actualmente, remanescem apenas alguns dos seus troços originais, visíveis perto da convergência das ribeiras da Brita e do Mosteiro, a partir da qual se prolonga pela encosta de Alpajares de forma ziguezagueante, até chegar ao muralhado do povoado de São Paulo, edificado na Idade do Ferro no cimo de um espigão sobranceiro àquelas mesmas ribeiras, com testemunhos ocupacionais dos períodos romano e medieval. E terá sido, na verdade, a excelente implantação estratégica deste Castro que subjazeu à sua eleição por parte do poder romano, que assim fez confluir para a sua fortificação a calçada, tão necessária a uma célere movimentação dos seus diversos elementos constituintes.
Estruturada ao longo de cerca de oitocentos metros em lajes afeiçoadas em xisto e seixos de pequena dimensão, a calçada possui degraus intercalados com certa regularidade, entre três a quatro metros, apresentando-se, ainda, reforçada com uma parede lateral na zona em que o declive da encosta se revela mais acentuado, designadamente nas curvas do traçado da via, que, tal como sucedeu com o Castro (vide supra), acabaria por ser reutilizado ao longo dos tempos, a atestar, no fundo, a pertinência da sua localização e a relativa abundância de recursos naturais imprescindíveis à normal subsistência das comunidades humanas de modo, mais ou menos, ininterrupto.»
In: Calçada Portuguesa
Publicada em amigos de Urros por Misé Fernandes
A lenda em filme:
Parte I
Parte II
07 fevereiro 2013
03 fevereiro 2013
Grande Rota do Vale do Côa
O percurso vai estender-se ao longo de cerca de 200 km, entre a nascente e a foz do rio Côa, atravessando os concelhos do Sabugal, Almeida, Pinhel, Figueira de Castelo Rodrigo e Vila Nova de Foz Côa, incluindo 3 valências: Pedestre, Equestre e BTT.
Numa primeira fase, a ATN - Associação Transumância Natureza ficou responsável pelo levantamento do trilho, que será realizado entre o fim de Janeiro e o início de Março, no âmbito deste projecto promovido pela Associação de Desenvolvimento Regional Territórios do Côa.
Os dois primeiros dias de levantamento de dados e reconhecimento do terreno foram já cumpridos, entre a Serra das Mesas e o Sabugal, com início no Lameirão dos Foios. Embora a nascente do Côa seja um pouco mais abaixo, o lençol freático do Lameirão é contudo seguramente a origem natural do Côa.
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| Nascente do rio Côa |
A equipa da ATN - Associação Transumância Natureza precisa de apoio para que possa continuar na realização de levantamento de trilhos, recolha de informação sobre património ao longo do rio (moínhos, pontes, bosques, casebres, aldeias), serviços de alojamento e restauração que possam ser usados pelos futuros utilizadores deste trilho, locais de interesse, fotografia e vídeo, assim como na elaboração de desenhos.
Não deixe de participar nesta recolha de informação, para tal basta preencher este pequeno formulário ou entrar em contacto com esta associação através dos telefones 271311202 / 927388110.
02 fevereiro 2013
XXXII Festa da Amendoeira em flor e dos Patrimónios Mundiais
PROGRAMA
FEVEREIRO
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17
Dom. |
09: 00
|
I Encontro FozCôautocross
Pista de Autocross |
22
Sex.
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17:30
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Duero-Douro Ibérico – Rota Património Mundial
Exposição Fotográfica - António Sá Museu do Côa de 22 de Fev. a 25 de Ago. |
21:00
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Abertura Oficial - Fado Fozcoense
Auditório do Centro Cultural | |
23
Sáb.
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09:00
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Montaria ao Javali - Vale Escuro
Concentraçao no Clube de Caça e Pesca de V. N. de Foz Côa |
10:30
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Abertura Oficial da EXPOCÔA 2013
Expocôa | |
17:00
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I Encontro de Tunas Académicas - Rupestunas
Expocôa | |
20:00
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VI Jantar Académico
| |
21:30
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Anjos
Expocôa | |
24
Dom.
|
09:00
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V Passeio de Motos TT
Praça do Município |
09:00
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VII Feira de Produtos Regionais de S. Martinho
Seixas | |
15:00
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III Festival de Estilos e Talentos Concelhios
Escolinha de Artes de V. N. de Foz Côa, Escola de Música de Cedovim, Escola de Música de Freixo de Numão e Grupo Coral da Sta. Casa da Misericórdia de Foz Côa Centro Cultural | |
MARÇO
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1
Sex.
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14:00
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IV Festival de Música Infantil
Praça do Município |
21:00
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Sarau cultural
Agrupamento Vertical de Escolas de V.N. de Foz Côa Centro Cultural | |
2
Sáb.
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09:30
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Entre a Arte Rupestre e as Quintas Vinhateiras
Visita à Quinta dos Bons Ares com a Enóloga Teresa Ameztoy. Almoço no Restaurante do Museu do Côa harmonizado com o vinho Bons Ares. Visita ao núcleo de gravuras da Penascosa. (Inscrições limitadas a 16 pessoas). Contactos: 279 768 260 Preço: Adultos: 20€ (inclui almoço e visitas) Crianças: dos 3 aos 16 anos: 10€ (inclui almoço e visitas) Museu do Côa |
09:30
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Torneio KidsBall – Escolinhas de Formação
Pavilhão Centro Escolar de Vila Nova de Foz Côa | |
10:00
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IV Torneio de Futebol de Veteranos
- G.D. Foz Côa - U.D. Salamanca – V.G.A.D. Guarda – Os Vilanovenses Estádio Municipal | |
10:30
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IV Torneio de Karaté das Amendoeiras em Flor
Pavilhão Gimnodesportivo de Vila Nova de Foz Côa | |
09:00-12:00
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Passeio Pedestre
Freixo de Numão | |
14:00-18:00
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Lançamento do Guia do Visitante do Museu da Casa Grande
Partida tradicional da Amêndoa & Jogos Tradicionais
Museu da Casa Grande – Freixo de Numão | |
14.30
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XXVII - Festival de Folclore
Rancho Folclórico de V. N. Foz Côa – Juvenil e Adulto - Rancho Folclórico de Panos de Silgueiros - Viseu - Rancho Folclórico de Zebreiros - Gondomar - Grupo Folclórico de Danças e Cantares da Beira Baixa - Castelo Branco Parque St. António | |
18:00
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Olhares Cativos
Com: João Nicolau de Almeida Reflexões sobre a arte do Côa. Prova de vinhos do Porto da Casa Ramos Pinto, comentada pelo administrador João Nicolau de Almeida. (sujeito a inscrições) Mais informações: 279 768 260 Museu do Côa | |
21:30
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Mónica Sintra
Praça do Município | |
3
Dom.
|
09:00
|
Feira Franca
|
09:00
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XXV Passeio de Cicloturismo
Praça do Município | |
14:30
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II Free Style Motard
Escola Agrícola | |
15:00
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II Festival de Dança & Ballet
Escolinhas de artes de: Foz Côa e Fundão Centro Cultural | |
18:00
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Encerramento da EXPOCÔA - 2013
Expocôa | |
9
Sáb.
|
09:00
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Arte e Canoagem no Côa
Visita em canoa, acompanhada pelo arqueólogo do PAVC, Mário Reis, aos núcleos de gravuras da Ribeira de Piscos e Fariseu. Almoço campestre apresentado pela Miles Away Máximo de inscrições: 22 Pessoas. Disponibilidade de canoas para 13 pessoas. Inscrição para maiores de 12 anos. Preço: 30€ (inclui almoço, seguro e transporte) Mais informações: 279 768 260/visitas.pavc@igespar. Museu do Côa |
14.00
-18.00 |
Fabrico Tradicional do Pão - Forno Comunitário
Touça | |
16:00
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Banda Músical de Freixo de Numão
Coreto - Parque St. António | |
21:30
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Festival “Os Pantomineiros”
Centro Cultural | |
10
Dom.
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14:30
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Desfile Etnográfico
|
21:30
|
Marco Paulo
Praça do Município | |
23:59
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Fogo de Artifício
Praça do Município | |





















































