05 junho 2013
Festival de Poesia – Foz Côa
Festival de Poesia
6 e 7 de Junho de 2013
Programa
Quinta-feira 06 de Junho
15H00 Sessão de abertura
Gustavo Duarte |Presidente da
Câmara Municipal de V.N. de Foz Côa|
Maria João Fragueiro |Direcção
Agrup. Escolas de V.N. de Foz Côa|
Jorge Maximino |Director do
Festival de Poesia|
15H30 Criatividade e tradição na poesia e no teatro
Encontro com o escritor Manuel
Daniel
16H30 Leitura de textos poéticos |Leituras|
de Luís de Camões, Eugénio de
Andrade,
Sophia de Mello Breyner Andresen
por João d’Ávila
Local: Auditório do Centro
Cultural de Vila Nova de Foz Côa
Encontro e recital com os alunos do 2º e 3º ciclos
15H30 Encontro com Versos
Leituras por Rita Alves
eConceição Costa
|Coord. Cancioneiro
Infanto-Juvenil , I. Piaget, Almada|
Local: Biblioteca da Escola
Secundária de Vila Nova de Foz Côa
Sexta-feira 07 de Junho
Encontro e recital com os alunos do Pré-Escolar e 1º ciclo
10H30 A Magia da Palavra |Leituras|
Poesia e histórias para crianças
Apresentadas por Rita Alves
|Cancioneiro Infanto-Juvenil , I.
Piaget, Almada|
Local: Biblioteca do Centro
Escolar de Vila Nova de Foz Côa
Encontro com os alunos
15H00 Literatura e criatividade na escola
Fernando de Castro Branco, João
Frada
e José Emílio-Nelson
Moderador: Rui Pinto
Local:Auditório da Escola
Secundária de Vila Nova de Foz Côa
16H30 Poesia contemporânea e História |Mesa-redonda|
Com a participação de
Fernando de Castro Branco
João Luís Barreto Guimarães
Jorge Maximino
Local: Auditório do Centro
Cultural de Vila Nova de Foz Côa
18H30 Respirar pela água |Ciclo Leituras instáveis|
Leitura de textos poéticos
de autores contemporâneos
por João d’Ávila
Local: Cais Fluvial do Pocinho -
Vila Nova de Foz Côa
21H00 Visitações |Leituras|
Leituras de textos poéticos
com a participação dos autores
Daniel Maia-Pinto Rodrigues
Fernando de Castro Branco
Jesus Losada
José Emílio-Nelson
João Luís Barreto Guimarães
Maria Estela Guedes
Local: Salão de chá Terrinca -
Vila Nova de Foz Côa
Fonte: Município de Vila Nova de
Foz Côa
28 maio 2013
IIº Festival do Vinho do Douro Superior
«O evento decorreu no pavilhão de eventos Expocôa, em Vila Nova de Foz Côa e está integrado no2ª Festival de Vinhos do Douro Superior, que se celebrou durante 3 dias nesta cidade duriense. A organização pertenceu à Câmara Municipal de Vila Nova de Foz Côa.
Face à edição passada, este ano houve uma ainda maior participação, com 160 vinhos inscritos, a maior parte tintos (105), mas também brancos (39) e, claro, Vinhos do Porto (16).
A qualidade média dos vinhos foi muito alta: praticamente todas as marcas enviaram os seus topos de gama e designações de Reserva, Grande Reserva ou Grande Escolha era comuns. Não estranha por isso a vasta atribuição de medalhas. No total foram atribuídas 17 medalhas de Ouro, 18 medalhas de Prata e 30 medalhas de Bronze.
Quase nos arriscaríamos a dizer que este será o concurso português com melhor nível médio de qualidade de vinhos. Um facto curioso é a participação de grandes marcas desta região, verdadeiros ícones, que normalmente não entram em concursos.»
Ver artigo completo em:
http://www.revistadevinhos.pt/artigos/show.aspx?seccao=noticias&artigo=11315
Classificações
Melhor Vinho (em cada categoria)
Vinho Branco
Quinta da Sequeira Grande Reserva 2011 (Mário Jorge Monteiro Cardoso)
Vinho Tinto
Quinta do Vale Meão 2010 (F. Olazabal)
Vinho do Porto
Quinta de Ervamoira Vintage 2009 (Adriano Ramos Pinto)Categoria Vinho Branco
Medalha de Ouro
Azinhate 2010 - H. Abrantes Conceito 2011 - Conceito Vinhos
Quinta da Sequeira Grande Reserva 2011 - Mário Jorge Monteiro Cardoso
Valle do Nídeo 2011- H. Abrantes
Medalha de Prata
Contraste 2011 - Conceito VinhosFraga Alta 2010 - Maria Lucinda Todo Bom Cardoso
Maria Lourdes 2011 - CARM
Quinta da Terrincha 2012 - Quinta da Terrincha
Medalha de Bronze
Bardo Reserva 2011 - SetebagosBons Ares 2012 - Adriano Ramos Pinto
Castelo d´Alba Reserva 2012 - VDS
D. Graça Viosinho Reserva 2012 - Vinilourenço
Dona Berta Rabigato Reserva 2011 - H. & F. Verdelho
Holminhos Reserva 2012 - Quinta dos Holminhos
Palato Reserva 2012 - 5 Bagos
Passagem 2011 - Quinta de Bandeiras
Quinta da Silveira 2011 - Soc. Agrícola Vale da Vilariça
Tons de Duorum 2012 - Duorum Vinhos
Categoria Vinho Tinto
Medalha de Ouro
D. Graça Vinhas Antigas 2009 - Vinilourenço Duorum Reserva 2009 - Duorum Vinhos
Palato Reserva 2011 - 5 Bagos
Pombal do Vesúvio 2009 - Symington Family Estates
Quinta da Leda 2010 - Sogrape Vinhos
Quinta do Vale Meão 2010 - F. Olazabal
Zom Touriga Nacional 2009 - Barão de Vilar
Medalha de Prata
Altano Quinta do Ataíde Organic 2011 - Symington Family Estates Atalaya 2011 - VDS
Duorum 2011 - Duorum Vinhos
Lupucinus Grande Reserva 2011 - Quinta de Lubazim
MUX 2010 - Muxagat Vinhos
Negreiros 2010 - Soc. Agrícola Trigo de Negreiros
Quinta da Canameira Grande Reserva 2010 - Sampaio & Melo - Quinta da Canameira
Quinta da Sequeira Grande Reserva 2008 - Mário Jorge Monteiro Cardoso
Quinta dos Castelares 2011 - Casa Agrícola Manuel Joaquim Caldeira
Zom Colecção 2009 - Barão de Vilar
Medalha de Bronze
Azinhate Reserva 2007 - H. Abrantes CARM Grande Reserva 2010 - CARM
Papa Figos 2011 - Sogrape Vinhos
Castelinho Premium 2008 - Christie´s Port Wine
Castello D´Alba Vinhas Velhas Grande Reserva 2011 - VDS
Crasto Superior 2011 - Quinta do Crasto
Duas Quintas Reserva 2011 - Adriano Ramos Pinto
Holminhos Touriga Franca Reserva 2007 - Quinta Holminhos
Montes Ermos Garrafeira dos Sócios 2009 - Adega Coop. Freixo Espada à Cinta
Passagem Reserva 2009 - Quinta de Bandeiras
Perdigota 2009 - Caves da Quinta do Pocinho
Puro - Quinta da Touriga Chã 2005 - Jorge Rosas
Quinta da Fronteira Grande Escolha 2009 - Companhia das Quintas
Quinta da Zaralhôa 2010 - L. Resende & Cruz
Quinta de Lubazim Grande Reserva 2009 - Quinta de Lubazim
Quinta do Couquinho Grande Reserva 2009 - Quinta do Couquinho
Quinta dos Quatro Ventos 2009 - Aliança Vinhos de Portugal
Categoria Vinho do Porto
Medalha de Ouro
Amável Costa 20 Anos - Agostinho Amável Costa Burmester Quinta do Arnozelo Vintage 2009 - Sogevinus Fine Wines
Graham´s 20 Anos - Symington Family Estates
Quinta de Ervamoira Tawny 10 Anos - Adriano Ramos Pinto
Quinta de Ervamoira Vintage 2009 - Adriano Ramos Pinto
Medalha de Prata
Amável Costa 30 Anos - Agostinho Amável Costa Butler Nephew and Company 20 Anos - Christie´s Port Wine
Quinta da Silveira 10 Anos - Soc. Agrícola Vale da Vilariça
Quinta do Vale Meão Vintage 2011 - F. Olazabal
Medalha de Bronze
Churchill´s Tawny 20 Anos - Churchill´s Duorum Vintage 2011 - Duorum Vinhos
Fraga Ruiva 10 Anos - Adega Cooperativa de Mêda
António Mendes Nunes, Jornalista do i
Armindo Janeiro, Garrafeira Vinho&Eventos, Mêda
Fernando Melo, Jornalista Noticias Magazine
Ilkka Siren, Blogger filandês
Isabel Ribeiro de Almeida, Garrafeira da Laje, Vila da Feira
João Barbosa, Jornalista freelancer e Blogger “João à Mesa”
José Miguel Dentinho, Jornalista Exame
José Silva, Jornalista Hora de Baco TV
Lisete Osório , Jornalista Escanção, Salamanca (Espanha)
Luis Antunes, Jornalista Revista de Vinhos
Luis Calvão, Garrafeira El Corte Inglés
Luis Paiva, Garrafeira Gaveto
Manuel Carvalho, Jornalista Público
Manuel Luis Rodrigues, Técnico da Câmara de Provadores do IVDP
Marco Moreira da Silva, Editor jornaldevinhos.com
Nuno Oliveira Garcia, Blogger “Saca a Rolha”
Olga Cardoso, Blogger
Sérgio Carvalho, Oficina de Sabores, Aveiro
Sérgio Santos, Escanção, Porto
Valdemar Simões, Garrafeira Dom Vinho, Coimbra
Mário Rodrigues, Jornalista Alivetaste e Expresso Escape
Fonte: http://www.revistadevinhos.pt/artigos/show.aspx?seccao=noticias&artigo=11315
27 maio 2013
Uma viagem no Côa
![]() |
| RIO CÔA - Fotografia: Foz Côa Friends Associação |
Real Ficção - Uma Viagem no
Côa
Duração 18' 10'', ano 1999,
produção MC/IPA/PAVC, realização Luís Saraiva.
Realizado por Luís Saraiva da
Real Ficção, um documentário produzido pelo Ministério da Cultura/Instituto
Português de Arqueologia/Parque Arqueológico do Vale do Côa, sobre o património
da região, particularmente o Côa.
17 maio 2013
Numão - sucedânea de Numância?
“O antigo sucumbe, os tempos modificam-se e sobre as ruínas
floresce uma vida nova.”
(Goethe)
O rincão idílico que hoje trazemos à liça foi ponto de passagem para muitos
povos ao longo de milhares de anos de história e, por isso, tem uma
incomensurável riqueza patrimonial e monumental quantas vezes consubstanciada
num sem número de lendas trasmitidas de geração em geração e evidenciam a
vontade determinante de uma população em não renegar um passado rico que é seu
e muitas vezes também foi determinante para a evolução da região e do país que
hoje somos.
Castelo, fontes, sepulturas antropomórficas, capelas, igrejas são algumas das
ofertas desta pérola da antiguidade a quem dera o nome de Numão e que os seus
naturais e alguns eruditos sustentam que é sucedância da célebre Numância dos
lusitanos – antiga cidade da Península Ibérica junto ao rio Douro. E será?...
No nosso modesto entender, motivos há tais como os factos reveladores de uma
nobre antiguidade e as consonâncias dos nomes, que nos levam a deduzir que há
uma pontinha de verdade nesta crença da qual o povo jamais se desligará. Mas
vamos ao desenvolvimento...
Uma vez que este trabalho consiste sobretudo de hipótese, há um ponto
fundamental que importa desde já esclarecer a Hipótese.
Nos meus tempos do liceu era conhecida uma definição de hipótese, cheia de
humor, que nunca mais me abandonou, e que é importante que o meu caro eleitor
conheça, porque ela ajudará a deglutir e digerir o que virá a seguir:
“Hipótese é uma coisa que não é mas que
se faz de conta que é para ver o que seria se fosse”
Os puristas da língua e da lógica encontrarão sem dúvida muitas impurezas
na construção da frase e estão no seu papel, pois assim ganham a vida. Mas é
apenas um milagre de clareza e de síntese. Mais nada.
Uma coisa é certa: Sobre qualquer evento ou circunstância de causa desconhecida
ou duvidosa é sempre possível formular variadíssimas hipóteses.
Ora bem, se perguntarmos a qualquer pessoa desta terra como se chamam os seus
naturais ou habitantes, a resposta é sempre numantinos, não obstantes o termo,
segundo a enciclopédia Luso-Brasileira, significar natural ou habitante de
Numância.
A cidade de Numância, segundo se crê, tinha uma forma elíptica cujo perímetro
media pouco mais de três quilómetros.
As suas casas, normalmente de planta retangular, eram na generalidade muito
modestas.
A defesa, segundo rezam as velhas crónicas, era garantida por elementos
naturais e por fortes muralhas apoiadas em torres.
No ano 133 a .c.,
Numância, depois de uma longa e heróica resistência às tropas romanas de
Cipião, capitulou.
Os seus habitantes preferiram destruir a cidade a sujeitar-se à ignomínia dos
invasores, os quais mais tarde, reconstruiram-na.
Da diligente e exaustiva pesquisa que fizemos, com base em velhos textos e em interpretações
de investigadores e eruditos do séc. XVIII e anteriores, descobrimos que há
três versões quanto a localização da vestusta cidade de Numância.
A primeira, a que nos enche de orgulho, é a de que se refizera onde hoje se vê
o actual Castelo de Numão; a segunda, que assentara em Zamora – uma possível
sede de bispado e uma das mais importantes praça-fortes da Idade Média – a
terceira, propende para as imediações da actual cidade de Sória, mais
precisamente na aldeia de Puente de Garay.
É importante referir ainda que naqueles tempos população e guarnição eram muito
similares e unânimes na acção, porquanto os lusitanos eram hábeis na luta de
guerrilhas, sempre prontos para defenter o seu torrão e as suas famílias.
Ainda que não fosse aqui o incontestável assento da heróica Numância, é certo
que muitas circunstâncias concorrem para supormos alguns bons fundamentos,
jogados, claro está, com as hipóteses.
Se a primeira hipótese é verdadeira, ou seja, se Numão-sólido baluarte da defesa
do páis é sucedância de Numância, esta, para nós, era no preciso local onde
assenta o Castelo, por ser aqui que se têm descoberto moedas, mosaicos,
objectos diversos, inscrições, pedras tumulares e outros documentos pétreos que
atestam bem a presença romana neste local sendo óbvio que a houvessem
reedificado, e da qual se não conhece outro nome que não o do cognomento Monforte,
de tão fortia facta (altos feitos).
Passados longos anos, este nome veio a ser substituído pelo Numão que, por sua vez,
proveio do nome Naumen, de origem lusitana cujo significado é o de povoação
fortificada em local agreste e escarpado.
Obviamente que esta explicação não esgota a dúvida; pelo contrário, estamos
cônscios das suas limitações. Para nós ela é apenas um contributo – o leitor
aquilatará da sua utilidade e do seu valor – aquelas que, mais sapientes do que
nós pretendem desvendar o presente enigma. Todavia pensamos que é um
significativo subsídio para a defesa da nossa grandeza histórica.
Em suma, ser ou não ser... a verdade é esta: enquanto virmos este céu, estes
campos, estas pedras, estes horizontes, a crença perdurará eternamente e
considerar-nos-emos sempre numantinos!
IN: O FOZCOENSE
11 maio 2013
Guia Turístico da Rede das Aldeias Vinhateiras
Foi lançada recentemente mais uma importante ferramenta de promoção da Rede de Aldeias Vinhateiras do Douro, um mês depois da constituição da Associação de Desenvolvimento Wine Villages – ADRAV Douro, actual responsável pela condução dos destinos da organização, promoção e desenvolvimento do património material e imaterial da rede das aldeias vinhateiras do Douro.
O Guia Turístico da Rede de Aldeias Vinhateiras, apresentado no Museu do Douro, «será mais um instrumento para a promoção turística do Douro. Mas, de igual modo, pela informação nele contida, pelos dados que proporciona ao turista para melhor fruir o Douro. Desde logo, a própria riqueza de cada uma das Aldeias Vinhateiras, com o seu enquadramento na região, contribuirá para a revitalização socioeconómica e para a fixação da população nesta parcela do interior do país», escreve António Martinho no prefácio.
Elaborado pela Crimafil, o Guia Turístico da Rede de Aldeias Vinhateiras possui 100 páginas a cores com conteúdos introdutórios dedicados ao enquadramento geográfico e histórico das seis aldeias onde se explicam os fundamentos da sua importância para a Região Demarcada que lhes valeram o epíteto de Aldeia Vinhateira e o seu papel transversal nos produtos turísticos estratégicos definidos para o Douro, Touring Cultural e Paisagístico, Turismo de Natureza e Gastronomia e Vinhos.
Os forais, a história dos pelourinhos, igrejas e mosteiros, a heráldica das casas brasonadas, os rituais e as tradições ancestrais, os feitos das figuras ilustres, as lendas e estórias antigas, curiosidades locais e regionais, tudo está nas páginas dedicadas a cada aldeia vinhateira. Não faltam informações, fotos, mapas de localização das aldeias na Região e plantas dos respectivos centros rurais, assim como quadros com as distâncias em tempo e quilómetros entre aldeias e a centros urbanos. Há ainda sobre cada aldeia sugestões de circuitos a realizar e informação sobre o que visitar num raio de 60 Kms.
O guia sugere ainda um circuito que propicia ao turista o contacto com várias experiências de natureza paisagística, ambiental e natural, levando-o ainda ao contacto com a melhor gastronomia e vinhos do Douro. Esta informação inclui um directório com contactos úteis e informação sobre alojamento, restauração e enoturismo da Região.
Por Elisabete Mendes, em 11 de maio de 2013
Fonte: www.mariajoaodealmeida.com



















































