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Vale da Veiga

Foto: Foz Côa Friends

Estação e Foz do Côa

30 de Junho de 2012

Foto: Foz Côa Friends

Paisagem avistada junto ao Castelo Velho - Freixo de Numão

26 de Maio de 2012

Foto: Foz Côa Friends

II Passeio pedonal pela Linha do Douro

Quinta abandonada - Almendra

Foto: Foz Côa Friends

II Passeio pedonal pela Linha do Douro

Rebanho nas proximidades da Srª do Campo - Almendra

Foto: Foz Côa Friends

Terrincas

Amêndoas verdes

Foto: Foz Côa Friends

Douro

Rio Douro próximo da estação de Freixo de Numão / Mós do Douro

Foto: Foz Côa Friends

Linha do Douro

Viaduto da Linha do Douro no Vale Canivães entre o Pocinho e a foz do Côa.

Foto: Foz Côa Friends

Pocinho

Vista geral sobre o Pocinho a partir do santuário da Srª da Veiga.

Foto: Foz Côa Friends

Pocinho

Um dos muitos pombais existentes na região.

Foto: Foz Côa Friends

Foz do Côa

Onde o Côa e o Douro se abraçam.

Foto: Pedro Pego

Foz do Côa

Onde o Côa e o Douro se abraçam.

Foto: Foz Côa Friends

Foz Côa

Lagoa

Foto: Foto Felizes

Flor de Amendoeira

Foto: Foz Côa Friends

Igreja matriz de Almendra.

Templo do séc. XVI em estilo manuelino e maneirista.

Foto: Fernando Peneiras

Pelourinho de Almendra

De acordo com a sua feição quinhentista, o pelourinho datará dos anos seguintes à atribuição do foral manuelino em 1510.

Foto: Fernando Peneiras

Foz Côa

Câmara Municipal e Pelourinho

Foto: Foz Côa Friends

Pocinho e Cortes da Veiga

Vista geral

Foto: Adriano Ferreira

Quinta da Ervamoira

Foto: Adriano Ferreira

Foz Côa

Amendoeiras floridas

Foto: Adriano Ferreira

Foz Côa

Floração da amendoeira.

Foto: Adriano Ferreira

Túnel das Pariças

Linha do Douro - Castelo Melhor

Foto: Foz Côa Friends

Foz do Côa

Nevoeiro sobre a foz do Côa.

Foto: Foz Côa Friends

Quinta da Granja

Foto: Foz Côa Friends

Douro

Quinta da Granja

Foto: Foz Côa Friends

Douro

Próximo da Quinta das Tulhas

Foto: Foz Côa Friends

Douro

Próximo da Quinta das Tulhas

Foto: Foz Côa Friends

Douro

Próximo da Quinta das Tulhas

Foto: Foz Côa Friends

Douro

Saião (Pocinho)

Foto: Foz Côa Friends

Douro

Próximo da Quinta das Tulhas

Foto: Foz Côa Friends

Linha do Douro - Caseta

Próximo do Côa

Foto: Foz Côa Friends

Foz Ribeira Aguiar

Próximo da estação de Castelo Melhor

Azulejos

Estação de CF do Pocinho

Manifestação pela reabertura da Linha

Porto

Foto: Foz Côa Friends

Castelo de Numão

Foto: Foz Côa Friends

Capela do Anjo S. Gabriel

Castelo Melhor

Foto: Foz Côa Friends

Castelo Melhor

Foto: Foz Côa Friends

Castelo Melhor

Foto: Foz Côa Friends

Quinta da Granja

Foto: Foz Côa Friends

Quinta da Granja

Foto: Foz Côa Friends

Concerto no Museu do Côa

Foto: Foz Côa Friends

Figos e Amêndoas

Foto: Foz Côa Friends

Foz do Côa

Foto: Filipe Inteiro

Orgal

Foto: Foz Côa Friends

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24 fevereiro 2016

Centro de remo do Pocinho considerado um dos melhores do mundo

Atletas Pedro Fraga e Nuno Mendes teceram rasgados elogios ao centro de treino.

Centro de Alto Rendimento de Canoagem e Remo do Pocinho   Foto: D.R.

Escreveu Pedro Fraga na sua pagina no facebook: 

"CAR - Pocinho

Estamos de volta ao Pocinho durante este mês, se bem me lembro o ultimo estágio que realizamos por aqui foi em 2010, mas desta vez as condições são completamente diferentes. 
Foi recentemente inaugurado o centro de alto rendimento, direccionado exclusivamente para a nossa modalidade. A grande qualidade deste local continua a ser o plano de água, mas a grande diferença neste momento é mesmo fora de água. Actualmente podemos combinar o que já existia de bom, a água, com uma serie de infraestruturas de topo mundial. Desde dos amplos e arquitectónicos espaços de convívio ao conforto dos quartos, passando pelo ginásio (penso do melhor que vi em toda a minha carreira) e espaços de recuperação, acabando na boa qualidade da alimentação. 
A autarquia e os responsáveis pela actual gestão do CAR estão a fazer um esforço para dinamizar e lançar o Pocinho como um local de excelência do treino ao nível mundial. 
Gostava de agradecer ao Presidente da CM de Foz Côa, Eng.Gustavo de Sousa Duarte, pela disponibilidade que tem demonstrado e colaboração nesta fase da nossa preparação"





(Foto: SAPO Desporto)
Por SAPO Desporto c/Lusa sapodesporto@sapo.pt

«Remadores olímpicos da Estónia, Suíça e a dupla Pedro Fraga/Nuno Mendes, candidatos a representar Portugal nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, consideram o centro de remo do Pocinho como um "dos melhores do mundo".

Atletas e técnicos das respetivas seleções olímpicas não pouparam elogios ao equipamento situado no rio Douro, na localidade do Pocinho, no concelho de Vila Nova de Foz Côa, no distrito da Guarda, afirmando que está ao nível "dos melhores do mundo, no seu género".

A dupla olímpica de remadores portugueses, que atualmente representa o Sporting Clube de Portugal na categoria de ML2x, referiu à agência Lusa que estas duas últimas semanas de treinos, no Centro de Alto Rendimento de Remo do Pocinho (CARR), foram "um excelente contributo" para a sua preparação física e técnica, na caminhada de apuramento para as olimpíadas de 2016.

"Tem boas condições, não só ao nível do equipamento, mas, igualmente, no respeita ao plano de água", observou o atleta Nuno Mendes.

Segundo o remador olímpico nacional, o CARR do Pocinho é uma estrutura como "muita qualidade".

"Uma estrutura desta magnitude, só para o remo em Portugal, é uma coisa única", destacou.

Pedro Mendes, outros dos remadores sportinguistas, que faz a sua preparação para o desafio olímpico, indica que "o CARR do Pocinho tem condições para albergar imensos atletas de classe mundial", indicou.

O atleta afirmou que, com a presença de equipas fortes a nível mundial, o centro poderá alcançar outra visibilidade desportiva.

Por seu lado, o treinador da Seleção de Remo da Suíça, Edward Blanc, destaca as condições proporcionadas pelo espelho de água da albufeira do Pocinho, para os treinos dos remadores.

"Trata-se de um rio calmo, com muito boas condições para a preparação dos atletas", enfatizou.

O treinador helvético destacou, ainda, a qualidade dos alojamentos e gastronomia local.

O equipamento custou oito milhões euros, informou o presidente da Câmara daquele concelho da região do Douro, Gustavo Duarte, para quem o CARR é dos investimentos mais importantes dos últimos anos, no município, apenas superado pelo Museu do Côa.

O complexo desportivo inclui uma piscina coberta, um ginásio e uma área da animação. Pode albergar cerca de duas centenas de atletas.

Para a dinamização do centro de remo, foram assinados protocolos com a Federação Portuguesa de Canoagem, a Federação Portuguesa de Remo, a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro e o Centro de Saúde de Vila Nova de Foz Côa.

A construção do CARR do Pocinho teve comparticipações financeiras do POVT - Programa Operacional Valorização do Território do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) e do Instituto do Desporto de Portugal (IDP).


O início da construção do equipamento aconteceu em fevereiro de 2011, estando ainda por definir, segundo fonte da autarquia, uma data para a inauguração.»

01 agosto 2013

Foz Côa: um postal ilustrado

Foz Côa: um postal ilustrado


Há quem ainda insista que Portugal é Lisboa e o resto é paisagem. E a zona de Foz Côa é de facto paisagem. Uma paisagem de arrebatadora beleza, motivo de orgulho para quem por lá vive e que não deixa indiferente quem por lá passa. Mas Foz Côa é mais. É um espaço onde a arte e a história se unem, por entre as montanhas do nordeste de Portugal, salpicadas de olivais, vinhas e amendoeiras. É um postal ilustrado que vale a pena conhecer.


Galeria ao ar livre
De arte se faz Foz Côa. Arte antiga, que as pedras guardaram e que agora se partilha com o mundo. Desenhadas no xisto, as imagens rupestres, que remontam ao Paleolítico Superior, criam uma galeria de arte ao ar livre com mais de mil rochas de manifestações rupestres, em mais de 60 locais diferentes, que mereceram, em 1998, o reconhecimento de Património da Humanidade. Mas para além do Parque Arqueológico do Vale do Côa, com gravuras rupestres que se dão a conhecer em várias visitas guiadas, Foz Côa oferece mais. Castelo Melhor, em Vila Nova de Foz Côa, com as ruínas do castelo medieval; as ruínas do Castelo Velho e de Castanheiro do Vento, em Freixo de Numão; Marialva (Meda), um importante centro da época romana ou Almofala (Figueira de Castelo Rodrigo), com as imponentes ruínas do templo romano.

De barriga cheia
Pão, figos, azeite, mel de rosmaninho, amêndoas, biscoitos. E vinho, vinho do Douro, tinto ou branco, produzido nas muitas quintas vinícolas da zona. A região oferece uma gastronomia rica, com os pratos de cabrito ou anho, coelho, lebre ou perdiz, com o peixe do Douro e seus afluentes, a fruta – pêssegos, melões, laranjas e uvas – e, claro os doces de amêndoa, as lampreias de ovos, as bolas toscas, os coscorões.

A natureza aqui tão perto
Satisfeita a gula, há ainda tempo para apreciar o património natural, com espécies como o grifo ou a águia real, que ainda conquistam os céus, de passear pelas vinhas, conhecer os campos



Texto de: Carla Marina Mendes | cmendes@destak.pt
Fonte: http://www.destak.pt/artigo/170928-foz-coa-um-postal-ilustrado

17 junho 2013

Celebração do Solstício do Verão - 21 de junho 2013 "CONVITE"



A Festa do Solstício na Pedra do Sol - aldeia de Chãs - Foz Côa

21 de junho de 2013




A Comissão Organizadora das celebrações nos Templos de Sol, tem a honra de convidar V.Exa. e acompanhantes a participar na celebração do Solstício do Verão, dia 21 de Junho, em Foz Côa e Chãs
Vai ser celebrado na Pedra do Sol, também conhecida como a Pedra do Solstício, com cortejo alegórico, cerimónia mística com gaiteiros e violinos, leitura de poemas alusivos à estação, bem como homenagens na Pedra dos Poetas, ao investigador Adriano Vasco Rodrigues, aos poetas Manuel Daniel e Hamilton Tavares, figuras gradas do concelho e da região, e ao antigo jornalista da TSF, Fernando Cepeda, falecido em Angola, em Janeiro - Que se apaixonou pelos Templos do Sol, desde o primeiro dia em que aqui veio em reportagem.



Apoios: Junta de Freguesia de Chãs e Câmara Municipal de Vila Nova de Foz Côa - E ainda a colaboração da Associação Cultural, Desportiva e Recreativa de Chãs; Associação Banda Cultural e Recreativa de São Caetano; Clube Caça e Pesca de Muxagata e Chãs; Foz Côa Friends, Associação e dos proprietários dos sítios onde se situam os dois monumentos pré-históricos.

11 maio 2013

Guia Turístico da Rede das Aldeias Vinhateiras




Foi lançada recentemente mais uma importante ferramenta de promoção da Rede de Aldeias Vinhateiras do Douro, um mês depois da constituição da Associação de Desenvolvimento Wine Villages – ADRAV Douro, actual responsável pela condução dos destinos da organização, promoção e desenvolvimento do património material e imaterial da rede das aldeias vinhateiras do Douro.

O Guia Turístico da Rede de Aldeias Vinhateiras, apresentado no Museu do Douro, «será mais um instrumento para a promoção turística do Douro. Mas, de igual modo, pela informação nele contida, pelos dados que proporciona ao turista para melhor fruir o Douro. Desde logo, a própria riqueza de cada uma das Aldeias Vinhateiras, com o seu enquadramento na região, contribuirá para a revitalização socioeconómica e para a fixação da população nesta parcela do interior do país», escreve António Martinho no prefácio.

Elaborado pela Crimafil, o Guia Turístico da Rede de Aldeias Vinhateiras possui 100 páginas a cores com conteúdos introdutórios dedicados ao enquadramento geográfico e histórico das seis aldeias onde se explicam os fundamentos da sua importância para a Região Demarcada que lhes valeram o epíteto de Aldeia Vinhateira e o seu papel transversal nos produtos turísticos estratégicos definidos para o Douro, Touring Cultural e Paisagístico, Turismo de Natureza e Gastronomia e Vinhos.

Os forais, a história dos pelourinhos, igrejas e mosteiros, a heráldica das casas brasonadas, os rituais e as tradições ancestrais, os feitos das figuras ilustres, as lendas e estórias antigas, curiosidades locais e regionais, tudo está nas páginas dedicadas a cada aldeia vinhateira. Não faltam informações, fotos, mapas de localização das aldeias na Região e plantas dos respectivos centros rurais, assim como quadros com as distâncias em tempo e quilómetros entre aldeias e a centros urbanos. Há ainda sobre cada aldeia sugestões de circuitos a realizar e informação sobre o que visitar num raio de 60 Kms.
O guia sugere ainda um circuito que propicia ao turista o contacto com várias experiências de natureza paisagística, ambiental e natural, levando-o ainda ao contacto com a melhor gastronomia e vinhos do Douro. Esta informação inclui um directório com contactos úteis e informação sobre alojamento, restauração e enoturismo da Região.

Por Elisabete Mendes, em 11 de maio de 2013

26 abril 2013

Museu do Côa ultrapassa os 132 mil visitantes


Museu do Côa ultrapassa os 132 mil visitantes



 

19 março 2013

EQUINÓCIO DA PRIMAVERA 2013 - 20 de Março

Nascer do Sol na Pedra da Cabeleira - Monte dos Tambores 
Chãs - Vila Nova de Foz Côa


Fotografia: Adriano Ferreira

Fotografia: Jorge Trabulo


Saiba mais em:

EQUINÓCIO DA PRIMAVERA 2013 - 20 de Março, 07.00- 07.30 horas - Celebração ao Nascer do Sol na Pedra da Cabeleira - Monte dos Tambores - Chãs - Foz Côa - Esplendoroso momento de saudação à mais bela estação do ano.


“Sem pompa e circunstância,  mas rendidos à singularidade e  beleza daqueles amplos  espaços, plenos de energia telúrica e  de outros mistérios e poderes benfazejos que só os nossos mais antiquíssimos antepassados, terão logrado decifrar,  creia que gostaríamos de contar com a sua presença  para nos dar o prazer de compartilhar  connosco a alegria de saudarmos a estação mais bela e desejada do ano.”

09 março 2013

La Red Ibérica plantea reabrir la línea ferroviaria Pocinho-La Fuente

La línea férrea de La Fregeneda en la provincia de Salamanca. ICAL

La Red Ibérica de Entidades Transfronterizas propondrá a los gobiernos de España y Portugal que se estudie la reapertura de la línea férrea entre Pocinho y La Fuente de San Esteban para mejorar las comunicaciones de las comarcas fronterizas, lo que implicaría la puesta en funcionamiento del histórico tramo entre Barca d’Alva y La Fregeneda, cerrado junto al resto de la línea desde 1985 y que cuenta con un importante número de colectivos favorables a su reutilización. Esta demanda, que la RIET quiere llevar a la próxima cumbre ibérica, se une a otras peticiones sobre infraestructuras que incluyen un nuevo puente en Masueco, la mejora del Lusitania y el tren de la Beira Alta desde Fuentes de Oñoro.

La asamblea de la RIET, la entidad que agrupa a 23 asociaciones de la frontera hispano-lusa, y que cuenta con una amplia representación empresarial e institucional de Salamanca, ha acordado plantear a los gobiernos español y portugués la ejecución de una serie de actuaciones en materia de infraestructuras, demandas que consideran clave para el desarrollo de estas regiones. Además de mejoras como la eliminación del roaming telefónico, la implantación de sistemas compatibles de peaje y medidas de coordinación en materia de tráfico y transporte, la Red Ibérica incluye peticiones sobre infraestructuras en las que la provincia tiene un especial protagonismo.

En el documento aprobado, que será remitido a los ejecutivos de ambos países para su inclusión en la agenda de la próxima cumbre ibérica, se encuentra la petición de lanzar un estudio para la puesta en marcha de la línea Pocinho-La Fuente de San Esteban. La conexión, cerrada en 1985 en el marco de ajustes que España hizo en los servicios ferroviarios, sigue en funcionamiento en la parte portuguesa y su recuperación permitiría dotar a las regiones fronterizas de una conexión Oporto-Salamanca-Valladolid, que permitiría muchas combinaciones para otros destinos. Ese tramo contiene la famosa línea entre Barca D’Alva y La Fregeneda, objeto de reivindicaciones constantes a la que ahora se suma esta.

Además de esta línea, la RIET también llevará a la cumbre ibérica la mejora del Lusitania en la zona portuguesa, donde se ha paralizado la renovación del tendido e incluso se plantea cerrarla. Y que España mejore su parte de la conexión de la línea de la Beira Alta desde Fuentes de Oñoro. Por último, y en materia de carreteras, se pide la construcción del puente internacional de Masueco.

El programa de propuestas tuvo, según el secretario general de la RIET, Xoan Vázquez, una buena acogida por parte de los representantes de ambos gobiernos. A la reunión asistieron A la Asamblea asistieron el Secretario de Estado de Desarrollo Regional de Portugal, António Almeida Henriques y el embajador de España en Portugal, Eduardo Junco, así como la responsable de cooperación bilateral, del Ministerio de los Negocios Estrangeiros de Portugal, Zulmira Ramalho, entre otras autoridades, quienes participaron activamente en la Asamblea General y que, en palabras del secretario general Xoan Vázquez “demuestra el interés que para ambos gobiernos, español y portugués, despierta la organización transfronteriza”.

Recuperar los 600 millones que ZP se llevó a Andalucía

Además de todas estas medidas, la RIET se propone recuperar los 600 millones de euros de Fondos Comunitarios Interrreg, que el Gobierno de Zapatero desvió hacia otras fronteras, concretamente, hacia proyectos de cooperación entre España y Marruecos a través de Andalucía. Según el secretario general de la Red Ibérica, esta cantidad correspondía a la cooperación fronteriza entre España y Portugal y, por tanto, a todas las comarcas de esta frontera de Norte a Sur. El escenario favorable que se plantea ahora, una vez que la Comisión Europea parece dispuesta a aprobar un mayor presupuesto para la cooperación a pesar de los recortes globales, haría posible esta reivindicación, ya que España dispondría de más dinero para estas políticas en el escenario 2014-2020 y podría destinarlo a esta frontera y programa.

07 março 2013

Férias Ativas - Páscoa 2013


02 março 2013

O Vale do Côa – um Património ao serviço das Populações Locais

Fotografia: Jorge Delfim
Desde o momento em que o então primeiro-ministro António Guterres anunciou a suspensão das obras da Barragem do Vale Côa, iniciou-se uma viagem no tempo longo, até ao passado, no Neolítico, e pelo tempo que foi decorrendo sobre aquela decisão até aos dias de hoje.

Quem passe pelas curvas fechadas da estreita estrada que desce de Vila Nova de Foz Côa até ao Pocinho, vai-se apercebendo da grandiosa majestade da paisagem, constituída pela profundas escarpas que escondem o leito do rio, só o deixando ver aqui e ali, como se de uma joia brilhante se tratasse e fosse necessário preservá-la dos ambiciosos olhares humanos, com receio de apropriação indevida ou desaparecimento.
Sem dúvida que ali se encontra um tesouro incalculável que foi guardado pela cápsula do tempo cronológico, para chegar até nós como verdadeiro projeto civilizacional que os nossos maiores, de remoto tempo histórico, nos quiseram legar.
Não é fácil a qualquer civilização guardar as suas memórias culturais, estéticas e artísticas para serem vistas, interpretadas e utilizadas num futuro distante, como também não seria garantido que uma qualquer mensagem que hoje fosse enviada para o futuro, a uma distância de 35 a 40 mil anos, pudesse encontrar os seus destinatários e, assim, cumprir a sua missão de modo a estabelecer a ponte científica e cultural que liga os dois tempos cronológicos da humanidade, provocando um encontro intelectual de dimensões inimagináveis.
Ali, no Vale do Côa, podemos, de um modo indelével, realizar essa viagem assombrosa e quase percecionar os emissores da mensagem que somos capazes de olhar sem, contudo, conseguirmos decifrar cabalmente o seu verdadeiro significado.
Fotografia: Adriano Ferreira

Fotografia: Jorge Delfim

Não sei se os nossos antepassados do Vale do Côa foram capazes de prever que, quando a sua mensagem fosse encontrada, a uma distância de dezenas de milhares de anos, ela iria imprimir um movimento inusitado de pessoas para investigar, proteger, valorizar e divulgar, não só o suporte da mensagem mas a própria mensagem. Porém, mesmo que as previsões não tenham sido essas, a verdade é que mais uma vez estão presentes, de modo muito dinâmico, fazendo com que a comunidade local beneficie diretamente com o seu trabalho, quer pela participação direta na economia local, quer pela capacidade de gerar fixação de pessoas que assim engrossam a comunidade e contribuem para uma mais-valia territorial que, de outro modo, seria difícil alcançar.
Quem sabe se por aquelas terras ainda vivem, trabalham e criam futuro alguns descendentes dos criadores das gravuras rupestres? Exista ou não essa ligação ao passado através da descendência, existe no Vale do Côa um património de grande relevância para a valorização da região e para o seu desenvolvimento.
Igualmente importante é a adoção desse património pela comunidade local, o que tem gerado profícuas associações com o Parque Arqueológico do Vale do Côa (PAVC), contribuindo para uma dinâmica mais efetiva, quer das atividades económicas, quer das ações educativas e culturais.
Podemos afirmar que, passado o ambiente de desconfiança e de rejeição dos primeiros anos por parte das comunidades locais em relação ao PAVC, este desenvolveu o seu trabalho numa perspetiva de preservação, gestão integrada e divulgação, conseguindo fazer passar para as populações o sentimento de pertença e de identificação com valores intangíveis do património coletivo, que haveria de vir a afirmar-se um motor de desenvolvimento sustentável capaz de apoiar as capacidades endógenas de uma região tradicionalmente deprimida e abandonada pelos poderes públicos.
Exemplo de esforço, trabalho continuado, resistência às pressões e às contrariedades, o PAVC afirma-se, hoje, como uma estrutura de base local com dimensão nacional e internacional, contribuído qualitativamente para uma melhor relação dos portugueses com o seu património e para potenciar os fluxos de turismo científico e cultural, que se dirigem para Portugal, motivados por publicações e imagens de um vale mágico, aqui de longos horizontes, acolá de inesperados declives, a que se soube acrescentar o encanto e a arte feita para trazer até nós a mensagem do passado humano que, mais ou menos inteligível, fez de nós os seus fiéis depositários, talvez com o propósito de fazermos dela um elo de ligação a outros povos e de a colocarmos aos serviço das funções económicas, educativas, culturais e sociais relevantes que a História e a Arqueologia têm procurado fazê-la desempenhar.

Por: José Quelhas Gaspar
Fonte: o interior

25 fevereiro 2013

ALTO DOURO VINHATEIRO PATRIMÓNIO DA HUMANIDADE MARCA PRESENÇA NA FEIRA INTERNACIONAL DE TURISMO 2013



A Estrutura de Missão do Douro e a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte levam a Região do Alto Douro Vinhateiro Património da Humanidade à BTL – Feira Internacional de Turismo 2013, que se realiza de 27 de fevereiro a 3 de março, na FIL, e que juntará profissionais e peritos do setor do turismo.

Inserida no stand do Turismo do Porto e Norte de Portugal, a promoção do Alto Douro Vinhateiro enquanto paisagem classificada pela UNESCO como Património Mundial servirá para comunicar este destino de excelência, que se alicerça no vinho, na cultura, no rio na paisagem e no turismo. O destaque vai para uma oferta que tem sido potenciada e modernizada, sem descurar uma atenção especial pela proteção da paisagem.


Na mostra estará, igualmente, disponível uma prova de vinhos durienses, um dos principais produtos endógenos da região.

Esta iniciativa, cofinanciada pelo "ON.2 – O Novo Norte", através do PROVERE (Programa e Valorização Económica dos Recursos Específicos), conta ainda com os seguintes parceiros: Associação das Empresas de Vinho do Porto, Comunidade Intermunicipal do Douro, Fundação do Côa Parque, Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto, Liga dos Amigos do Douro Património Mundial, Museu do Douro, Rota do Património Mundial Douro/Duero, Turismo do Douro e Turismo do Porto e Norte de Portugal.

Fotografias: Adriano Ferreira
Texto: ON.2 

21 fevereiro 2013

Douro Superior brilhou em Foz Côa

António Falcão com fotos de Ricardo Palma Veiga

O Douro Superior é definitivamente um Douro diferente. E Vila Nova de Foz Côa quer ser a capital desta sub-região. O objectivo foi lançado com a realização do 1º Festival de Vinhos do Douro Superior, que incluiu um concurso de vinhos, colóquio, provas comentadas e muita animação.
Gustavo Duarte era um homem feliz. O presidente da câmara da cidade de Vila Nova de Foz Côa conseguiu finalmente inaugurar a Expo Côa, o espaço de exposições desta cidade duriense, onde a vinha e o vinho são a actividade dominante. Não surpreende assim que a inauguração deste espaço tenha sido realizada com os frutos mais preciosos da região. Para além dos vitivinicultores do concelho, estiveram presentes muitos outros dos concelhos vizinhos, dentro da sub-região denominada Douro Superior. Esta é a zona do Douro mais encostada a Espanha e, dentro do Douro, a região mais inóspita e selvagem. E é também a sub-região mais quente e seca e por isso a única no Douro que tem, de forma generalizada, rega instalada nas vinhas novas (e não só). Além de Foz Côa, o Douro Superior abarca os concelhos de Carrazeda de Ansiães, Figueira de Castelo Rodrigo, Freixo de Espada à Cinta, Meda, S. João da Pesqueira e Torre de Moncorvo.
O certame abriu portas sexta-feira da parte da tarde e quando as fechou, no domingo à noite, terão passado pela Expo Côa cerca de 6.000 pessoas, número que superou largamente as expectativas.

Muitos e bons vinhos
A feira começou morna na tarde do dia 19, sexta-feira, mas começou a animar rapidamente depois da inauguração oficial, que contou com a presença do sub-secretário de estado Feliciano Barreiras Duarte, que discursou e visitou demoradamente os muitos stands presentes. A entrada era grátis mas o visitante, se não levasse copo, poderia adquirir um na entrada (por 2 euros), com uma bolsa de guardar o copo ao peito, tal como se faz no Encontro com o Vinho de Lisboa. A esmagadora maioria dos stands pertencia a produtores de vinho (eram mais de 50) e os restantes estavam destinados às iguarias e outros produtos da terra, como o azeite ou as amêndoas, duas produções fortes da zona. Todos (ou quase) os mais emblemáticos produtores de vinho do Douro Superior estiveram presentes mas não foi só quantidade – com mais de 200 vinhos diferentes à prova - que surpreendeu. Muitos dos técnicos e proprietários de quintas marcaram presença contínua na feira, informando os visitantes sobre as características dos vinhos. Via-se muita gente interessada, incluindo pequenos lavradores que fazem também o seu próprio vinho, muitas vezes para consumo interno ou para os amigos. A esmagadora maioria dos visitantes, contudo, era constituída por enófilos, oriundos sobretudo da região e do norte e centro do país. Cerca de duas dezenas de jornalistas e proprietários de algumas das principais lojas de vinhos nacionais marcaram igualmente presença. Este grupo teve depois oportunidade de visitar algumas quintas da região, como a do Vale Meão, Conceito Vinhos e Quinta da Leda e Ervamoira.
A produção do evento – a cargo de uma equipa especializada da Revista de Vinhos – providenciou também muita animação para as tardes de sexta, sábado e domingo. Saltimbancos, bandas de música, tambores, humoristas, houve um pouco de tudo.

Provas comentadas
Luís Antunes e Fernando Melo, colaboradores permanentes da Revista de Vinhos, protagonizaram alguns dos momentos altos deste evento, as provas comentadas, abertas ao público mediante inscrição prévia era gratuita. Por uma das salas do complexo passaram primeiro “Grandes brancos do Douro Superior”, “Grandes tintos do Douro Superior” e, finalmente, “Tawnies e Vintages do Douro Superior”. Provas extremamente interessantes todas elas, e muito participadas. Os vinhos foram judiciosamente escolhidos pelos apresentadores que, escusado será dizer, optaram pelo melhor que se faz nesta região. Vinhos que motivaram muitas conversas entre os presentes.

Um colóquio fundamental
No campo mais técnico da vitivinicultura fez-se também um pouco de história no pavilhão de exposições de Foz Côa. Foi um dia inteiro a debater temas sob o lema “a vinha e o vinho do Douro, o desafio da qualidade”. Participantes de grande qualidade e um enorme nível de debate, com muitos temas candentes a autenticamente ‘pregarem’ a audiência aos assentos.
Resumir um Colóquio de Foz Côa com nove comunicações e uma mesa redonda de temas “quentes”, em meia dúzia de palavras, não é tarefa fácil.
Os temas ecológicos, cada vez mais em voga na região, estiveram a cargo de Francisco Olazabal (Quinta do Vale Meão), Alexandre Mariz (Symington Family Estates) e António Magalhães (Fladgate Partnership). Ficou claro que os viticultores olham cada vez com maior interesse a viticultura Bio que, apesar de ser mais dispendiosa, tem em alguns mercados de exportação uma maior procura que os vinhos de viticultura convencional. Por outro lado a erudição vitícola do Douro preocupa-se agora com a arquitectura das vinhas e com a sua durabilidade geracional. Voltamos a pensar em tamanho grande numa região que sempre preferiu o formato pequeno.
As castas e clones foram também abordados nas apresentações de Eduardo Abade e José Maria Soares Franco. Do primeiro recolhemos a certeza de que o Douro são muitas castas e não apenas meia dúzia delas e do segundo que é possível manobrar clones para obtermos as nossas mais ambiciosas metas.
Pragas e doenças de lenho não foram esquecidas: Cristina Carlos da ADVID levantou o alerta para a “nova cigarrinha” da Flavescência Dourada a causar cada vez mais estragos no nosso país (obriga ao arranque da vinha), e José Freitas descansou-nos no que refere a doenças do lenho: por enquanto nada de alarmante.
As artes da vinificação ficaram a cargo do know-how Symington na voz de João Pedro Ramalho e a prova de vinhos de “novas” (antigas) castas do Douro coube a Jorge Moreira, da Real Companhia Velha. Foi um final em jeito de festa, porque percebemos que há um muito Douro para além das Tourigas.
Ao colóquio não faltou uma mesa redonda onde foi discutido um polémico tema regional: Uma vinha com duas denominações: Porto e Douro, complementares ou antagónicos?

Fonte: Revista de Vinhos (19/02/2013)

Mais sobre o tema:

19 fevereiro 2013

Pocinho - Centro de Remo (notícias)






30 janeiro 2013

Manual para gestão sustentável do Património Mundial


O Turismo de Portugal e a UNESCO apresentaram em Lisboa uma publicação dirigida aos gestores dos 40 sítios Património da Humanidade, de origem e influência portuguesa em todo o mundo, que reúne as melhores práticas internacionais de gestão sustentável de recursos culturais e patrimoniais.
O objectivo é aumentar as competências das entidades gestoras destes sítios (14 em Portugal e outros 26 espalhados por 18 países dos quatro continentes) para planearem e gerirem o turismo de uma forma mais sustentável em benefício das comunidades locais e dos seus visitantes, conciliando a preservação do património com os seus potenciais benefícios económicos a longo prazo.
A publicação reúne as conclusões do projecto de parceria “Gestão Turística dos Sítios Património Mundial de Origem e Influência Portuguesa” desenvolvido ao longo de dois anos entre o Turismo de Portugal e a UNESCO, através do Centro do Património Mundial.
O Património Mundial português e de origem ou influência cultural portuguesa constitui um dos maiores itinerários temáticos classificados pela UNESCO. O crescente interesse destes sítios como destinos turísticos impõe o envolvimento das comunidades locais na sua gestão para assegurar a sua sustentabilidade e transmissão às gerações futuras.
Através deste projecto pretende-se desenvolver competências adequadas à realidade de cada localização, que permitam a gestão integrada dos sítios, o envolvimento das partes interessadas, a monitorização de objectivos, a interpretação dos sítios e a escolha de mensagens, além da identificação de atracções turísticas e da criação de produtos turísticos.
Algumas das melhores práticas de gestão destes recursos culturais e patrimoniais foram identificadas e testadas com recurso a três estudos de caso representativos: Forte de Jesus, Mombasa, Quénia (exemplo de monumento isolado), Centro Histórico de Évora (exemplo de conjunto urbano) e Sítios Arqueológicos do Vale do Côa (exemplo de paisagem cultural). Os resultados serão agora disponibilizados aos gestores dos 40 sítios numa publicação editada em língua portuguesa e inglesa.
O projecto teve início no primeiro semestre de 2011 e integrou dois workshops em Lisboa e em Évora, acompanhados por especialistas da UNESCO, nos quais participaram os representantes de todos os sítios classificados como Património Mundial, portugueses e de origem ou influência portuguesas.


In OPÇÃO TURISMO

27 janeiro 2013

Vila Nova de Foz Côa - Membro da Rede Mundial das Cidades Amigas dos Idosos




Vila Nova de Foz Côa, Maia e Póvoa de Lanhoso são, desde o dia 16 de Janeiro findo, os três primeiros municípios portugueses a receber o Certificado de Município Membro da Rede Mundial das Cidades e das Comunidades Amigas das Pessoas Idosas.


A entrega do referido Certificado teve lugar em Genebra – Suíça, na sede da OMS e é o reconhecimento, a nível mundial, do interesse que nestes municípios se vem dedicando à problemática dos menos jovens. A importância da atribuição deste Certificado ao Município Fozcoense pode aferir-se se considerarmos que mundialmente não chega a uma centena o número dos municípios reconhecidos como Membro da Rede Mundial da OMS.


No caso de Vila Nova de Foz Côa bastará termos em conta que o Município é membro fundador das “7 cidades amigas dos Idosos”, numa louvável iniciativa da “Associação Vencer o Tempo”, que, a nível nacional, se tem dedicado a incentivar e a apoiar as pessoas idosas.


O acto foi presidido pelo Director do “Apping and Life Course Departament da OMS”, Mr. John Beard. que se congratulou com o trabalho, acções e projectos que, em especial ao longo deste dois últimos anos, estas autarquias foram construindo e concretizando em prol dos mais velhos, cumprindo designadamente todos os requisitos constantes do Guia das Cidades Amigas dos Idosos. 


Estiveram presentes, além dos presidentes das Câmaras Municipais de Vila Nova de Foz Côa, Gustavo Sousa Duarte; da Póvoa de Lanhoso, Manuel Batista, e da vereadora da Acção Social da Maia, Ana Vieira de Carvalho, a representante da DGS, Maria João Quintela, o representante do Ministro da Saúde para o Ano Europeu do Envelhecimento Activo e da Solidariedade entre Gerações, João Nunes Abreu; a presidente da Direcção da Associação “Vencer o Tempo”, Ivone Dias Ferreira. bem como Graça Andresen Guimarães, embaixadora da Missão Diplomática portuguesa em Genebra, e o Adido para a Saúde da referida Missão. Esteve igualmente presente a Vereadora para a Acção Social, Andreia Polido, da Câmara Municipal de Vila Nova de Foz Côa. que teve a seu cargo a exposição das acções levadas a efeito por este Município.

Fonte: Notícias de Vila Real em 25-01-2013

18 janeiro 2013

Sessões de cinema gratuitas, uma vez por mês, em Foz Coa

Cinema do Mundo


A Associação APDARC existe com o intuito de desenvolver promover e divulgar a Região Norte, o Douro Superior e, em particular, o Vale do Coa, nas suas vertentes culturais, recreativas, sociais e artísticas, podendo para o efeito explorar, designadamente, todas as atividades ligadas à criação, produção, promoção e gestão de espetáculos cinematográficos, fotográficos e de vídeo, teatro, música e outras atividades artísticas, literárias e qualquer outra espécie de evento cultural, ligado ou não à diversão e ao espetáculo, e ainda todas as atividades relacionadas com a conservação, estudo e divulgação de espólios, locais, monumentos e documentos históricos ligados a estas regiões.

A partir do mês de janeiro de 2013 e ao longo do ano, a APDARC passará a programar um filme por mês, ao Domingo à tarde no Auditório da Câmara Municipal de Foz Coa, seguido de debate com realizadores e críticos presentes afim de promover o cinema junto do público.

A APDARC associa-se desta forma à Periferia Filmes e à Câmara Municipal de Foz Coa na organização do CINECOA - Festival Internacional de Cinema de Foz Coa que ocorre todos os anos em Setembro e em muitos outros eventos culturais previstos para o Vale do Coa e Douro Superior.

Estão previstos para 2013 um conjunto de filmes emblemáticos da história do cinema com particular enfoque no cinema português. Para o primeiro trimestre programamos os filmes: "Sem Companhia" de João Trabulo: "A Estrada" de Federico Fellini e "As Horas do Douro" de António Barreto e Joana Pontes.
20 JaneiroSEM COMPANHIA 
um filme de João Trabulo
Documentário, Portugal, 2010, 88'
15h30 
Auditório Municipal de Foz Coa

Julgados e condenados por vários crimes, Ernesto e Gaspar cumprem pena numa prisão de alta segurança no norte de Portugal.  “Sem Companhia” é um filme sobre a juventude perdida de Ernesto e Gaspar e da longa caminhada que os espera quando saírem da prisão.

Videos
Trailer // Excerto

Com a presença do realizador e inauguração da exposição fotográfica com base no filme às 14h30 na Biblioteca Municipal. O livro sobre o filme estará à venda no local.
20 JaneiroA ESTRADA
La Strada um filme de Federico Fellini
Ficção, Itália, 1954, 108'
15h30 
Auditório Municipal de Foz Coa

O filme que tornou célebre em todo o mundo o nome de Federico Fellini, e lhe deu o primeiro Óscar de Hollywood (para o melhor filme estrangeiro). A história de um casal de saltimbancos, a ingénua e pura Gelsomina e o brutal Zampanò, cego perante o amor da sua companheira. A morte dela será o início da sua redenção. A parábola cristã do perdão e da redenção num dos grandes momentos da história do cinema, por onde passa também a sombra de um Charlot trágico. Anthony Quinn é Zampanò, uma das suas mais míticas criações.

Trailer

Apresentação/Debate com Antonio Rodrigues, programador da Cinemateca Portuguesa.
31 MarçoAS HORAS DO DOURO 
um filme de A. Barreto e J. Pontes
Documentário, Portugal, 2010, 100'
15h30 
Auditório Municipal de Foz Coa

Ensaio da autoria de António Barreto e Joana Pontes, As Horas do Douro é inspirado nos Livros de Horas, manuscritos iluminados comuns na Idade Média. Cada livro contém uma colecção de textos, orações e salmos adequados para determinados horários do dia. Partindo desta ideia medieval de inventário e registo anual, o filme dá a ver o modo como o ciclo da vinha e do vinho, veio central do filme, determina a vida das pessoas nesta região. O que se pretende mostrar, através do reconhecimento minucioso da transformação da paisagem ao longo das estações do ano, é que esta vinha é obra de homens, que o vinho é uma coisa humana e que assim tem de ser apresentado.

Excerto

Com a presença dos realizadores
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Fonte: APDARG

10 janeiro 2013

Documentário sobre a vida selvagem no vale do Côa


A «aidnature» produziu um documentário intitulado «Faia Brava e o trabalho da ATN para a conservação» sobre a vida selvagem nas margens do vale do rio Côa e o importante trabalho que a Associação Transumância Natureza (ATN), de Figueira de Castelo Rodrigo, tem desenvolvido no território raiano.


«Faia Brava e o trabalho da ATN para a conservação» é uma curta metragem documental realizada por João Teles de Vasconcelos sobre a natureza e vida selvagem que habita a primeira reserva natural privada de Portugal e do trabalho que a ATN (Associação Transumância Natureza), com sede em Figueira de Castelo Rodrigo, tem vindo a desenvolver neste vale do rio Côa.
Este documentário encontra-se inserido na série de curtas-metragens documentais Conservar Portugal, que quer mostrar como, onde e quem trabalha pela Conservação da Natureza em Portugal.
A Associação Internacional para a Documentação da Natureza (aidnature), criada em 2011, é uma ONG (Organização Não Governamental) ambiental sem fins lucrativos composta por uma equipa multidisciplinar de biólogos, cineastas, músicos, designers e artistas que se uniram com um objectivo comum: a conservação da natureza.
jcl (com aidnature)

17 dezembro 2012

Alto Douro Vinhateiro aposta na promoção e em novas actividades económicas



O Alto Douro Vinhateiro (ADV) está a comemorar 11 anos de reconhecimento pela UNESCO como Património Mundial da Humanidade.

A chefe de Projecto da Estrutura de Missão do Douro (EMD), Célia Ramos, afirmou à Lusa que o balanço dos 11 anos é "muito positivo", pelo que o desafio é investir na sua projeção.

E, disse, para os próximos anos as metas são zelar pelos atributos que mereceram o reconhecimento da UNESCO através do envolvimento da sociedade civil e das instituições, trabalhar no próximo quadro comunitário abrangendo todos os agentes da região e promover o desenvolvimento económico e social.

"O Douro é essencial na promoção da região, pelo que o desafio é investir no que lhe dá identidade e o torna singular para introduzir valor na cadeia de atividades existentes e atrair pessoas", frisou.


Para trilhar o caminho da projeção, avançou, a administração central e local, promotores e agricultores, têm de trabalhar em conjunto, porque o Douro é um activo económico "insubstituível".

Nos últimos anos, explicou a responsável, trabalhou-se a parte da oferta, sendo agora necessário investir na procura através da inovação e internacionalização, mas cientes que o ADV não vai conseguir resolver todos os problemas.
Numa altura em que o Governo prepara o relatório final para entregar à UNESCO e garantir a compatibilização desta classificação com a barragem, Célia Ramos salientou que o Douro vai trabalhar 24 horas por dia para cumprir os objectivos.

A classificação do ADV permitiu, segundo a presidente do conselho de administração da Fundação do Museu do Douro, uma "visível" evolução na região no que diz respeito à salvaguarda, consciência e valorização de um património "único".

Elisa Babo considerou que a aposta futura deve ser nas pessoas e na sua qualificação para que invistam e se mantenham na região, pelo que é preciso reforçar a promoção, divulgação e comunicação.
Para ser ainda mais atractivo, na sua opinião, o Douro deve melhorar a oferta turística e as suas inúmeras potencialidades, apostar em setores económicos tradicionais e envolver de forma integrada todos os promotores.

"O Douro passou a estar na moda e é agora um atrativo nacional", disse o presidente da Liga dos Amigos do Douro Património Mundial, Armando Moreira.
Depois do investimento nas instituições, infraestruturas e construção hoteleira é necessário, ressalvou, apostar na produção de vinho.

O presidente da Comunidade Intermunicipal do Douro (CIM - Douro), Artur Cascarejo, realçou que o próximo passo deve ser manter o equilíbrio entre a conservação do bem e o desenvolvimento regional.

"Além de qualificar o território, temos de qualificar as pessoas com políticas coerentes porque, por exemplo, não podemos apostar forte nas acessibilidades para o Douro e abandonar a ferroviária e a linha aérea", afirmou.

01 dezembro 2012

Terras do Douro, Rota Ibérica - Reportagem SIC

Terras do Douro, Rota Ibérica - Reportagem SIC


Visualizar o vídeo seguinte a partir do minuto 22:04 até ao minuto 40:03





28 novembro 2012

Gravuras do Côa - Mais um reconhecimento internacional.


A Coca-Cola promove o património cultural português com o lançamento da coleção de latas «Património Revisitado», uma homenagem da marca mais conhecida do mundo a Portugal e à sua cultura. Trata-se da interpretação de três monumentos portugueses classificados pela UNESCO como Património da Humanidade: o Palácio da Pena, em Sintra, o Convento de Cristo, em Tomar e as GRAVURAS RUPESTRES EM FOZ CÔA.

Com uma nova lata, mais estreita e elegante, exclusiva para cafés, bares, restaurantes e hotéis de Portugal, a Coca-Cola pretende elogiar a nossa cultura e história, e o que há de mais belo em Portugal.


Fonte: Lux.pt