A Caminhada prometia; fizemos-lhe jus, concentrando-nos, em alegre convívio e abraços, enquanto trocávamos impressões e interpretações relativas à excelente frontaria da Igreja Matriz.

Concentração na Praça do Município com a Igreja Matriz em pano de fundo
e o tribunal à direita.

Praça do Município

Tablado
O Sol brindou-nos, luminoso, parecendo sorridente e feliz em nos acompanhar aos sítios dos nossos antepassados; seguimos um dos seus raios, até ao Tablado, onde, não vai muito tempo, se fixava o preço da amêndoa a nível nacional, prosseguimos rumo ao Largo da Conceição, centro de um longínquo núcleo habitacional, visitando S. Pedro e a Fonte Nova já a pensar no Salgueiro; parámos e lembrámos o tempo em que as nossas Mães, que homenageamos, aqui vinham lavar, procurando a fraguinha onde brotava água mais quente do que a do ribeiro, tornando a roupa “mais branca”.

Força nas canetas

A descer todos os santos ajudam

Pausa para beber água e ouvir algumas histórias sobre o Salgueiro

Terrinca ou amendruco (amêndoa ainda tenra)

Em amena cavaqueira nem se dá pelos metros percorridos

Mais uma pausa para beber da sabedoria de quem sabe do assunto

Antigo caminho entre muros ornados por amendoeiras

Convívio entre gerações, mais um dos objectivos cumprido

Uma legião de amigos
A encosta de acesso ao Cerro da Pereira fez o primeiro teste à resistência física; superado, em bom estilo, inebriámo-nos ao entrar no Vale do Forno com o Museu a saudar-nos no outro morro.

Apreciando o Museu do Côa

Foz Côa no horizonte

Onde estão os espargos ?

O carro vassoura não faltou

Azedas.
Em salada ou misturadas com batata cozida e azeite sabem sempre bem.

Que bem se deve ver a paisagem lá de cima

Um grupinho jeitoso

Se as pernas falharem, eu não caio :)

E os espargos ? Nem vê-los !!!

Deve estar com pressa para ir apanhar o comboio à estação do Côa...

Descontraidamente e sem pressa
O Douro e o Côa juntaram-se deixando-nos satisfeitíssimos se mais não houvesse; mas havia, as velhas vinhas, destacadas as pedras das latadas e os buracos vazios nas paredes, das retorcidas cepas, lembram-nos os locais inimagináveis, hoje, das culturas de ontem. A Tulipa Silvestre mostrou-nos a sua beleza enquanto as frágeis raízes se perdiam na talisca da fraga.

As duas pontes sobre o Côa

Sobre a esquerda da imagem as pedras destacadas que serviam de suporte às latadas

As figueiras já estão a "bombar"

Uma intrusa amarela

Um outro olhar sobre as duas pontes que atravessam o Côa

Explosão cromática primaveril

Rio Côa muito próximo da sua foz

A subir não há santo que ajude...
Feito o reabastecimento de água recebemos a primeira lição da nossa guia, a Dr.ª Dina, referente ao histórico do processo barragem / gravuras.
Deliciados, atacámos o empedrado do percurso; ao avistar o sítio das Gravuras sentimos vontade de apressar o passo para mais rapidamente atingirmos o mais alto objectivo.

Ah Ah !!!!
Finalmente um espargo selvagem !!!

A paisagem não necessita destes "adornos"...

"Restos" de uma obra que em boa hora foi interrompida,
mas que deixou cicatrizes profundas na beleza do trecho final do Vale do Côa

Beleza e fragilidade em tons vermelhos
O Sr. Victor, segurança do local, de sorriso aberto, recebe-nos e, com o olhar atento, abraça-nos. Formando pequenos grupos, a Dr.ª Dina, com rigor e alto saber, leva-nos aos locais onde a arte assume o maior esplendor. Os Auroques, os Cavalos, as Cabrinhas, inclusive a mascote e símbolo do Parque, mostravam-nos a sublime arte dos nossos antepassados. As águas do Côa ondulavam como em saudação que agradecemos.

Um merecido descanso e um colinho muito ternurento

Gravura rupestre no sítio da Canada do Inferno

O Côa na Canada do Inferno

Visita ao núcleo de gravuras rupestre da Canada do Inferno

Visita ao núcleo de gravuras rupestre da Canada do Inferno

Visita ao núcleo de gravuras rupestre da Canada do Inferno

O Côa na Canada do Inferno
Reunido o Grupo, achou-se por bem transferirmos o repasto convívio para o Parque do Depósito, onde água e mesas à sombra proporcionaram amistoso Convívio. Partilhadas as merendas e contadas algumas histórias, com votos de Boa Páscoa, despedimo-nos até à próxima.

Momentos de convívio

Que bem se está à sombra

Água tinta ??? Aqui há gato...

Várias gerações à mesa

A conversa estava animada

Quereis provar da minha punheta de bacalhau ???
A parceria Museu do Côa – Foz Côa Friends, Associação com o apoio da Câmara Municipal, satisfez o desejo dos participantes que nos manifestaram muito agrado.
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Concentração na Praça do Município com a Igreja Matriz em pano de fundo e o tribunal à direita. |
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Praça do Município |
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Tablado |
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Força nas canetas |
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A descer todos os santos ajudam |
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Pausa para beber água e ouvir algumas histórias sobre o Salgueiro |
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Terrinca ou amendruco (amêndoa ainda tenra) |
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Em amena cavaqueira nem se dá pelos metros percorridos |
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Mais uma pausa para beber da sabedoria de quem sabe do assunto |
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Antigo caminho entre muros ornados por amendoeiras |
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Convívio entre gerações, mais um dos objectivos cumprido |
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Uma legião de amigos |
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Apreciando o Museu do Côa |
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Foz Côa no horizonte |
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Onde estão os espargos ? |
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O carro vassoura não faltou |
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Azedas. Em salada ou misturadas com batata cozida e azeite sabem sempre bem. |
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Que bem se deve ver a paisagem lá de cima |
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Um grupinho jeitoso |
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Se as pernas falharem, eu não caio :) |
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E os espargos ? Nem vê-los !!! |
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Deve estar com pressa para ir apanhar o comboio à estação do Côa... |
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Descontraidamente e sem pressa |
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As duas pontes sobre o Côa |
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Sobre a esquerda da imagem as pedras destacadas que serviam de suporte às latadas |
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As figueiras já estão a "bombar" |
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Uma intrusa amarela |
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Um outro olhar sobre as duas pontes que atravessam o Côa |
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Explosão cromática primaveril |
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Rio Côa muito próximo da sua foz |
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A subir não há santo que ajude... |
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Ah Ah !!!! Finalmente um espargo selvagem !!! |
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A paisagem não necessita destes "adornos"... |
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"Restos" de uma obra que em boa hora foi interrompida, mas que deixou cicatrizes profundas na beleza do trecho final do Vale do Côa |
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Beleza e fragilidade em tons vermelhos |
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Um merecido descanso e um colinho muito ternurento |
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Gravura rupestre no sítio da Canada do Inferno |
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O Côa na Canada do Inferno |
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Visita ao núcleo de gravuras rupestre da Canada do Inferno |
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Visita ao núcleo de gravuras rupestre da Canada do Inferno |
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Visita ao núcleo de gravuras rupestre da Canada do Inferno |
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O Côa na Canada do Inferno |
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Momentos de convívio |
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Que bem se está à sombra |
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Água tinta ??? Aqui há gato... |
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Várias gerações à mesa |
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A conversa estava animada |
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Quereis provar da minha punheta de bacalhau ??? |
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